Plano de Ação — Mundo do Trabalho
Serviço de Promoção e Inclusão ao Mundo do Trabalho — como a CETEFE organiza, executa e acompanha as ações de inclusão produtiva da pessoa com deficiência.
1. O serviço
As ações voltadas à promoção da integração ao mundo do trabalho desenvolvidas pela CETEFE são organizadas a partir de percursos formativos contínuos, planejados, gratuitos e progressivos, estruturados conforme os requisitos estabelecidos pela Resolução CNAS nº 33/2011.
Essa organização garante que as atividades ocorram como parte de um processo permanente de desenvolvimento, orientado por diagnóstico, acompanhamento e reavaliação periódica das necessidades das pessoas assistidas. Constitui-se, assim, um conjunto de ações integradas executadas pela equipe de referência da CETEFE, envolvendo orientação, qualificação, fortalecimento de habilidades e competências, articulação com a rede socioassistencial e encaminhamentos para oportunidades de formação e inserção profissional.
O trabalho é desenvolvido assegurando organização técnica, acessibilidade, monitoramento contínuo e efetividade no processo de inclusão produtiva e social dos participantes, em especial das pessoas com deficiência, respeitando suas potencialidades, limitações, condições de participação e a assistência ao seu núcleo familiar.
2. Objetivos específicos
- Realizar acolhimento qualificado dos beneficiários, promovendo orientação e acompanhamento ao público recebido do CRAS, do CREAS e por iniciativa do próprio usuário, assegurando acesso aos serviços socioassistenciais, atendimento integral e acompanhamento contínuo.
- Garantir o acompanhamento sistemático dos beneficiários por meio da articulação com a rede pública, evitando a fragmentação das ações e assegurando a continuidade do atendimento.
- Articular ações com políticas públicas e privadas voltadas ao mundo do trabalho, conectando os beneficiários a oportunidades de qualificação profissional, empreendedorismo, empregabilidade e inclusão produtiva.
- Estabelecer parcerias intersetoriais com áreas como educação, saúde, trabalho e políticas para pessoas com deficiência.
- Promover o mapeamento de oportunidades de trabalho, incluindo busca ativa, encaminhamento para cursos, divulgação de vagas e apoio à inserção e permanência no emprego.
- Fortalecer vínculos familiares e comunitários, promovendo espaços de escuta, identificação de necessidades e desenvolvimento de habilidades sociais e profissionais.
- Desenvolver ações específicas para pessoas com deficiência, especialmente com transtorno do espectro autista, deficiência intelectual ou mental, garantindo acompanhamento individualizado, autonomia e inclusão produtiva.
- Promover a autonomia, a consciência crítica e a participação social, assegurando acesso a informações sobre direitos e deveres no mundo do trabalho.
- Garantir acessibilidade nas ações do serviço, identificando e eliminando barreiras físicas, comunicacionais e atitudinais.
- Oferecer apoio aos beneficiários e seus núcleos familiares, reduzindo barreiras e potencializando habilidades para a autonomia na vida diária e a inserção no trabalho.
- Promover ações de inclusão produtiva, com foco na autonomia, na superação de vulnerabilidades sociais e na permanência no mundo do trabalho.
- Articular-se com o CRAS e o CREAS, facilitando o acesso a cursos de qualificação profissional e o encaminhamento para oportunidades de emprego.
- Promover a empregabilidade de pessoas com deficiência por meio da articulação com instituições parceiras que formalizam contratos de trabalho.
3. Público-alvo e capacidade
Pessoas de 18 a 59 anos, prioritariamente com deficiência, e seu núcleo familiar, em situação de vulnerabilidade social, com vínculos familiares e comunitários fragilizados ou em risco de isolamento social, que acessam o serviço por iniciativa própria ou por encaminhamento do CRAS ou do CREAS de referência da instituição.
A capacidade operacional de atendimento está prevista nas atividades oferecidas de forma gratuita, planejada e contínua em cada ação. Os números de cada uma estão detalhados na seção seguinte.
4. As oito ações
O serviço se organiza em oito ações complementares. Clique em cada uma para ver a capacidade de atendimento e as metodologias de elaboração e de execução.
Ação 1 Referenciamento Socioassistencial
Capacidade de atendimento
- Cadastro eletrônico socioassistencial: sem limite de atendimento.
- Análise do cadastro social: até 10 por semana — estimativa de 400 ao ano.
- Acolhimento presencial: até 5 por semana — estimativa de 200 ao ano.
- Acolhimento virtual: até 5 por semana — estimativa de 200 ao ano.
Como é elaborada
Parte do diagnóstico do público-alvo, obtido pelo cadastro socioassistencial disponível em plataforma digital no site da CETEFE. A proposta considera a identificação da vulnerabilidade social, o perfil socioeconômico, a natureza da deficiência, a convivência familiar e as demandas de acesso às políticas públicas. Com base nessas informações, a equipe do Núcleo de Assistência Social define as estratégias de atendimento, acolhimento e acompanhamento.
Como é executada
O beneficiário acessa o site institucional da CETEFE, onde preenche um formulário com seu perfil social e profissional. Ao receber o cadastro, o Núcleo de Assistência Social procede com a análise das demandas e do perfil profissional, o acolhimento conforme as demandas apresentadas — com orientações e encaminhamento à rede socioassistencial — e o direcionamento para as demais ações do serviço.
Ação 2 Articulação Intersetorial para o Mundo do Trabalho
Capacidade de atendimento
- Reuniões técnicas internas: 1 por semana — estimativa de 40 ao ano.
- Visitas e reuniões de articulação com instituições governamentais e não governamentais: cerca de 2 por semana — estimativa de 80 ao ano.
- Análise dos registros no canal de acolhimento: até 5 por semana — estimativa de 200 ao ano.
Como é elaborada
Fundamenta a construção de estratégias para identificar agentes que possam contribuir ou interferir nas atividades de integração ao mundo do trabalho. O Núcleo de Assistência Social identifica os serviços públicos que atuam, direta ou indiretamente, com a política pública da pessoa com deficiência. Pelo canal do beneficiário, a pessoa manifesta suas demandas, o que permite à equipe criar estratégias de articulação intersetorial.
Como é executada
A equipe organiza um fluxo de atuação baseado no mapeamento permanente dos serviços prestados pela rede pública e por instituições sem fins lucrativos. São considerados agentes intersetoriais potenciais as instituições e serviços das áreas de saúde, educação, transporte, trabalho, justiça, conselhos, representações da pessoa com deficiência, legislativo e assistência social.
Ação 3 Fortalecimento de Vínculos e Preparação para o Trabalho
Capacidade de atendimento
- Cursos, palestras e oficinas na plataforma virtual da CETEFE: até 3.000 beneficiários por mês — estimativa de 30.000 ao ano.
- Convites para plataformas de terceiros: cerca de 8.000 por mês — estimativa de 80.000 ao ano.
- Oficinas de desenvolvimento no ambiente de trabalho: até 4.000 beneficiários por mês — estimativa de 40.000 ao ano.
- Convivência e fortalecimento de vínculos: até 100 beneficiários ou núcleos familiares por mês — estimativa de 1.000 ao ano.
Como é elaborada
Estruturada para que a pessoa com deficiência construa uma base de conhecimento para sua integração ao mundo do trabalho, ou para que lhe sejam oferecidos meios de ampliar e resgatar potencial, domínio e habilidade para a vida prática no ambiente de trabalho.
O beneficiário tem acesso a atividades de convivência e fortalecimento de vínculos — terapia ocupacional, estimulação funcional, reabilitação e atividade esportiva — que contribuem para o desenvolvimento funcional e a socialização. Nessas atividades o núcleo familiar tem participação ativa, principalmente nos casos com maior demanda de resgate funcional. Pelas plataformas virtuais, há capacitação em informática, comunicação, sistemas de internet, arquivo, logística administrativa, elaboração de documentos técnicos, gestão documental, língua portuguesa e matemática, entre outros temas.
Como é executada
A pessoa cadastrada recebe, pela plataforma de comunicação da CETEFE, informações sobre os cursos, palestras e seminários oferecidos. Quem já está inserido no mundo do trabalho e apresenta demanda de continuidade na capacitação recebe suporte da equipe do Núcleo de Assistência Social, por meio de oficinas em plataforma virtual ou presencialmente no ambiente de trabalho.
Ação 4 Protagonismo Cidadão e Autonomia Social
Capacidade de atendimento
- Debates sobre autonomia social: cerca de 8 encontros ao ano, com média de 50 ouvintes por encontro.
Como é elaborada
Busca promover autonomia, consciência crítica e participação social da pessoa com deficiência e de seu núcleo familiar. O beneficiário participa de atividades coletivas, palestras, rodas de conversa, oficinas e espaços de escuta, onde compartilha experiências, expõe dúvidas, relata vivências e sugere temas.
O planejamento define temáticas mensais alinhadas às dimensões sociais, políticas e de direitos, com foco na superação de barreiras atitudinais — como o capacitismo — e no fortalecimento do protagonismo social.
Como é executada
Por meio de encontros virtuais temáticos em formato de rodas de conversa, palestras, oficinas socioeducativas e debates orientados, sobre cidadania, inclusão social, direitos trabalhistas, capacitismo e preconceito no ambiente de trabalho, autoestima, autodefesa e comunicação assertiva, além de orientações sobre como identificar situações de discriminação e onde buscar apoio e denunciar.
São convidados profissionais e especialistas para enriquecer os debates, como representantes da Secretaria da Pessoa com Deficiência, do Ministério Público do Trabalho, da Defensoria Pública, do Conselho dos Direitos da Pessoa com Deficiência e do CRAS.
Ação 5 Acessibilidade e Tecnologias Assistivas para Autonomia
Capacidade de atendimento
- Suporte de acessibilidade e assistência funcional no ambiente de trabalho: cerca de 500 pessoas por mês — média de 5.000 ao ano.
- Vistorias no ambiente de trabalho: cerca de 2 por mês.
- Avaliação funcional para identificação de tecnologias assistivas: cerca de 2 por semana — média de 80 ao ano.
Como é elaborada
Identifica e elimina agentes que limitam a participação plena da pessoa com deficiência no mundo do trabalho. A acessibilidade física, comunicacional, atitudinal e tecnológica é tratada como condição essencial de acesso e permanência.
As ações são conduzidas pela equipe de especialistas em avaliação funcional e tecnologia assistiva, com participação ativa do beneficiário em todas as etapas — escuta qualificada, entrevistas, avaliações e devolutivas. O trabalho se organiza em três eixos:
- Identificação e intervenção: levantamento das barreiras enfrentadas no cotidiano e no ambiente de trabalho, com participação direta do beneficiário na construção das soluções.
- Avaliação funcional: análise das condições individuais, habilidades, domínio, limitações e potencialidades, definindo a assistência funcional necessária.
- Suporte no ambiente de trabalho: acompanhamento na permanência, com orientações, adaptações, mediações e apoio contínuo.
Como é executada
São realizados atendimentos individuais e visitas técnicas para mapear barreiras. A partir desse diagnóstico, a equipe elabora orientações e encaminhamentos técnicos, propondo adequações razoáveis e viáveis, e articula com a instituição parceira as soluções de acessibilidade.
No ambiente de trabalho, a pessoa recebe acompanhamento direto da equipe de Profissionais de Apoio, que atua como mediadora entre o trabalhador e a instituição parceira e promove a acessibilidade na comunicação — especialmente para pessoas surdas, com paralisia cerebral ou com transtorno do espectro autista.
Ação 6 Apoio à Família e Potencialização para o Trabalho
Capacidade de atendimento
- Oficina de simulação do ambiente de trabalho: 3 beneficiários por turno, matutino e vespertino.
- Apoio ao núcleo familiar: 1 acolhimento individual por trimestre para 6 famílias (24 ao ano) e 1 acolhimento coletivo mensal (10 ao ano).
- Avaliação funcional para ingresso na ação: 6 por semestre — 12 ao ano.
Como é elaborada
Fundamenta-se na identificação das necessidades específicas do público com deficiência, considerando a diversidade do padrão funcional — habilidade, domínio, limitações e potencialidade. O beneficiário participa de um plano de atividade semestral com práticas simuladas em ambiente de trabalho, que lhe permitem manifestar habilidades, domínio laboral e demanda de assistência funcional.
O núcleo familiar é assistido por profissionais das áreas de psicologia, pedagogia e avaliação funcional, em intervenções individuais e coletivas.
Como é executada
O processo começa com o acolhimento e o agendamento da avaliação funcional, quando o beneficiário e a família são orientados sobre os objetivos e as etapas. A equipe realiza avaliações técnicas presenciais — entrevistas, observação direta e instrumentos específicos — para identificar grau de autonomia, adaptação a rotinas, comunicação, organização, socialização, coordenação motora, atenção e execução de tarefas.
A capacitação tem duração inicial de 6 meses, com até 3 beneficiários por turno, para garantir atendimento individualizado. Já integrado ao mundo do trabalho, o beneficiário recebe acompanhamento no ambiente real, e a equipe desenvolve planos de apoio individualizados em articulação com o núcleo familiar.
Ação 7 Qualificação dos Serviços e Benefícios Socioassistenciais
Capacidade de atendimento
- Levantamento de demandas e das ofertas de serviços e benefícios: até 10 por semana — estimativa de 400 ao ano.
- Articulação com a rede socioassistencial: até 3 por mês — estimativa de 30 ao ano.
Como é elaborada
Identifica demandas na política pública da pessoa com deficiência que precisam avançar para que a integração ao mundo do trabalho aconteça. O processo contempla o levantamento das demandas e do funcionamento das ofertas, a articulação com a rede — especialmente CRAS, CREAS e Secretaria da Pessoa com Deficiência — e a definição de estratégias de qualificação desses serviços.
Como é executada
De forma contínua e articulada, por meio de atividades formativas e de estratégias de articulação com a rede socioassistencial e com os serviços previstos na política pública da pessoa com deficiência, em encontros e reuniões que apresentam a demanda de qualificação.
Ação 8 Articulação Socioassistencial para Inclusão no Mundo do Trabalho
Capacidade de atendimento
- Visitas de articulação: cerca de 3 por semana — média de 120 ao ano.
- Encaminhamentos para o mundo do trabalho: estimativa de 2.000 pessoas ao ano.
Como é elaborada
Busca parcerias sociais governamentais e não governamentais para a integração da pessoa com deficiência no mundo do trabalho.
Com instituições governamentais, a modalidade é a dispensa de licitação para contratação de associações de pessoas com deficiência — mecanismo legal da Administração Pública, com foco social, previsto no inciso XIV do art. 75 da Lei nº 14.133/2021 (abre em nova aba).
Com instituições não governamentais, as ações são de sensibilização para a contratação, incentivada pelo cumprimento da cota para pessoa com deficiência (Lei nº 8.213/1991 (abre em nova aba), art. 93), que obriga empresas com 100 ou mais funcionários a preencher de 2% a 5% dos seus cargos com pessoas com deficiência.
Como é executada
Formalizada a parceria, o Núcleo de Assistência Social seleciona e encaminha as pessoas cadastradas no serviço, conforme a demanda prevista no termo. Nas instituições governamentais, o apoio é prestado diretamente no ambiente de trabalho, com suporte técnico e social da equipe central na unidade sede. As instituições não governamentais que contratam também recebem suporte dessa equipe.
O objetivo é estreitar laços e eliminar barreiras atitudinais — comportamentos, crenças e preconceitos que dificultam a participação plena e a permanência da pessoa com deficiência no mundo do trabalho, em igualdade de condições. São obstáculos invisíveis, ligados à mentalidade e à cultura, e frequentemente ao capacitismo.
5. Avaliação e monitoramento
A metodologia de avaliação e monitoramento é a mesma para as oito ações. Ela permite identificar os fatores que contribuem para o desenvolvimento da atividade, o perfil da pessoa com deficiência e do núcleo familiar assistido, o desempenho das habilidades e do domínio laboral, e os agentes limitadores que possam interferir nas atividades.
- Avaliações mensais, realizadas pela equipe de profissionais especializados por meio de instrumentos avaliativos que são codificados, analisados e formatados em um Sistema de Análise Técnica.
- Monitoramento semanal, realizado pela equipe administrativa e de especialistas por meio de instrumentos práticos, reuniões, acompanhamento e supervisão.
6. Equipe
A composição da equipe reúne profissionais especializados na área da pessoa com deficiência e profissionais administrativos.
| Qtd. | Cargo | Carga horária | Vínculo |
|---|---|---|---|
| 1 | Coordenadora | 40h | Terceirizada |
| 1 | Pedagoga | 36h | CLT |
| 1 | Gestão em Tecnologia da Informação | 40h | Terceirizada |
| 1 | Pedagogo com domínio em Libras | 40h | CLT |
| 1 | Pedagoga | 40h | Termo de cooperação com a SEEDF |
| 2 | Assistente social | 30h | CLT |
| 2 | Psicóloga | 30h | CLT |
| 1 | Voluntário | 20h | Sem vínculo |
| 6 | Analista administrativo | 40h | CLT |
| 8 | Assistente administrativo | 40h | CLT |
| 70 | Profissional de apoio na Unidade Regional — promoção da permanência e acessibilidade | 36h | CLT |
| 38 | Profissional de apoio na Unidade Regional — tecnologia e gestão no ambiente de trabalho | 36h | CLT |
| 1 | Profissional de articulação para parcerias sociais | — | Terceirizada |
7. Infraestrutura
A CETEFE mantém termo de cooperação técnica com a Escola Nacional de Administração Pública (Enap) para concessão de espaço, disponibilizando ao serviço a seguinte estrutura:
- Ambiente físico: 2 salas para atendimento em grupo, 1 sala de avaliação funcional, 1 anfiteatro, 1 estúdio e 1 sala de atendimento individual.
- Materiais: pedagógicos, de expediente, uniformes e de tecnologia da informação.
- Equipamentos: som, computadores, scanners, TV, microfones, projetor, celular, câmera de vídeo e mobiliário.
8. Abrangência territorial
O serviço abrange o Distrito Federal, com atividades realizadas na unidade sede da CETEFE — Setor Policial Sul (SPO), Área Especial 2-A, Asa Sul, Enap, Brasília/DF — e nas unidades regionais, situadas nos ambientes das instituições sociais parceiras.
O atendimento destina-se aos usuários residentes nas Regiões Administrativas do Distrito Federal. A participação está condicionada à disponibilidade de deslocamento até o local das atividades presenciais e/ou ao acesso à internet para as atividades remotas.
9. Recursos financeiros
Está destinado ao serviço o montante anual estimado de R$ 600.200,00, viabilizado por meio da gestão e do acompanhamento das ações voltadas à integração da pessoa com deficiência no mundo do trabalho.
A operacionalização se dá com recursos oriundos das taxas administrativas e operacionais disponibilizadas nos termos dos contratos de prestação de serviço. Esses recursos destinam-se à manutenção administrativa e social, com o objetivo de atender às necessidades essenciais de resgate, capacitação e permanência da pessoa com deficiência no mundo do trabalho — contratação e manutenção da equipe técnica de implantação e execução, acompanhamento no ambiente de trabalho, gestão das atividades previstas em contrato e manutenção da logística de suporte.
10. Documento na íntegra
Esta página apresenta o conteúdo do Plano de Ação em linguagem de navegação. O documento oficial, com a redação integral, está disponível para leitura e download.
Quer participar? Faça o cadastro no sistema do serviço — é por ele que começa o referenciamento socioassistencial descrito na Ação 1.